Lado Avesso

Posted on: outubro 23, 2009

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A Agência Yo necessita de mais um diretor de arte para encorpar sua equipe de criativos. Crie uma peça ou ação ou campanha, na mídia ou formato que achar melhor e convença a Yo de que você é o profissional certo a ser contratado.

Premissas da avaliação:

– Execução: técnica na utilização dos softwares e sensibilidade na composição da(s) peça(s).
– Conceito: pertinência da linguagem (estética e textual) e originalidade.
– Cumprimento do prazo x qualidade de entrega.

Prazo de entrega: terça, 27/10, até às 9h da manhã.

Vaga para atuar em São Paulo – SP

Importante: Os testes devem ter, no máximo, 7MB de peso ou ter uma versão disponível na internet, e serem enviados para o e-mail: teo@agenciayo.com.br

Esses dias descobri uma informação preciosa. Relacionada ao post de baixo, que expressei minha revolta do país que faz campanhas do fome zero é o mesmo que anualmente desperdiça toneladas e mais toneladas de alimentos.

Para amenizar essa minha revolta, descobri a existência, não só aqui em Chapecó, mas como em outras cidades, do Mesa Brasil Sesc. É um programa que recolhe comidas excedentes de indústrias, entre outros parceiros e distribui a entidades carentes. Isso não é maravilhoso?

Creio que não é difícil resolver os problemas, simplesmente devemos fazê-los de maneira eficiente. Coisa que infelizmente poucos fazem por aí.

Ah, vocês devem estar pensando, mas como que eles podem fazer isso e outros não?

Questionei-me sobre isso também, então fui informada que eles seguem as normas da vigilância, não fazem estoque dos alimentos recebidos, doando no mesmo dia e ainda transportam em veículo refrigerado.

Só me pergunto se os restaurantes não possuem essa informação. Pra mim, todas as prefeituras deveriam disponibilizar um veículo que fosse e auxiliar em ações desse gênero.

Pelo menos, esse já é um começo. Pra quem quiser saber mais sobre o projeto aparece lá no site: http://www.mesabrasil.sesc.com.br/

E aos que puderem, auxiliem divulgando.

Muito tenho pensado sobre esse assunto, de que o Brasil do fome zero é cem em ignorância. Já fui muito contra ao fato de famílias não buscarem por emprego e todo fim de mês receberem todos os auxílios possíveis. Não estou aqui querendo me mostrar uma defensora das práticas neoliberais ao fato de achar que a sociedade em si não tem culpa pela desigualdade social, uma vez que de fato, o Estado é responsável em dar educação para que futuramente exista a possibilidade dessas pessoas encontrarem um emprego e estarem mais distantes das situações de risco social. Mas um outro dia, assistindo uma matéria na televisão, fiquei um tanto chocada com a situação em que se encontravam algumas famílias e que sobreviviam graças a esses auxílios. Mas em tudo que penso sempre chego na mesma conclusão: a ignorância (ou talvez a “sabedoria” pra não chamar de algo pior) dos governantes. Não seria mais fácil investir em educação, facilitando assim que as pessoas encontrassem empregos e ocasionando em um giro de mercado maior, além de possibilitar uma qualidade de vida melhor? O Brasil do fome zero é o mesmo que diariamente desperdiça toneladas de comidas simplesmente porque a vigilância proíbe que os restaurantes façam a doação de alimentos. Por que eles não se preocupam também com as comidas recolhidas diariamente dos lixões? Essas são mais saudáveis que aquelas que sequer foram tiradas das panelas dos restaurantes? Será que é tão complicado em fazer ações unindo a vigilância e cursos relacionados à área com seus diversos acadêmicos precisando fazer estágios obrigatórios e permitir que as comidas sejam doadas e amenizem a fome de várias pessoas? Ou é simplesmente mais um descaso dos governantes que estão cada vez mais preocupados em se manter no poder e esquecem das suas promessas e obrigações? De um lado, várias pessoas morrendo de fome. Do outro, alimento sendo desperdiçado. E a ignorância e ganância, os protagonistas desta história.

Este blog foi criado em uma das aulas de graduação em PP. Antes desse já havia tido outro, mas com um fim bem diferente. Quase como um diário virtual. Depois de formada, aqui segue o primeiro post.

É, depois de formada. E como toda formatura, esta também pediu homenagens. Acho que todos quando chegam nessa época buscam por mensagens. Seja para usá-las na íntegra, ou apenas como referência.

E se quiserem minha dica, eu os aconselho: nada melhor do que as próprias palavras. Claro que há mensagens lindas, que expressam exatamente o que sentimos, mas você nem sempre terá a oportunidade de falar exatamente o que pensa, e com as suas palavras. Então, aproveite!

Caso ainda ache que não é viável, abaixo segue algumas minhas, caso sirva de referência.

No mais, uma ótima formatura. Aproveite, pois esse dia, assim como os demais, é único.

Homenagem aos Pais

Pais e mães que aqui estão presentes.

Gostaria agora que das minhas palavras fossem feitas palavras de todos os formandos presentes aqui hoje. Que cada pai e cada mãe ouvissem em minha voz a voz de seu filho.

A todos vocês pais, os meus sinceros parabéns.

Afinal, vocês criaram pessoas vencedoras..

Criaram atletas, que venceram uma corrida contra aproximados 400 mil espermatozóides.

Criaram cantores, que mal saindo da barriga de nossas mães, já davam sinais de um vocal agudo.

Criaram atores, capazes de encenar cenas de choro pra conseguir alcançar seus objetivos.

A pessoas que desde pequenos já mostravam habilidades para o lado humorístico com suas graças.

Também criaram trapezistas, que já nos primeiros passos esticavam os braços para manter o equilíbrio.

O tempo foi passando e vocês percebiam que também deram luz a campeões do sono olímpico. E sequer ficavam tão bravos com isso.

Hoje, vocês vêem que de todas essas habilidades, vocês também criaram publicitários.

É, achávamos que precisávamos entrar para a universidade para conseguir a artimanha daquilo que é considerado imprescindível a um publicitário: a arte da persuasão.

Seja em aspectos gráficos, textuais ou orais.

E sequer nos damos por conta que tínhamos pessoas tão sábias nessa arte convivendo dia e noite conosco.

Que com um simples olhar nos convenciam a fazer as tarefas de casa, a prosseguir ou parar uma ação. A saber o que era certo e o que era errado.

Que com um simples gesto, nos faziam sentir o que palpitava no coração.

Capazes de fazer com que o silêncio se tornasse uma lição.

 

 

De fato, vocês nos ensinaram muito. E se tem algo que nenhum grau de estudo pode ensinar, é como cuidar de um jeito único de meninas mulheres e homens Barbados, mas que serão sempre as suas crianças.

E vocês ainda conseguiram esse mérito conciliando a isso, estudos, trabalho, tarefas domésticas e problemas pessoais.

Dizem que as crianças sempre se espelham em seus pais.

E é verdade. Hoje, encenamos a visão que temos de vocês.

Os nossos super-heróis.

E se palavras não são suficientes para expressar o nosso amor.

Nós escolhemos transmiti-lo através de atitudes.

Por isso, convido agora todos os formandos a se encaminharem em direção aos seus pais.

Porque quando o coração fala mais alto, acabam-se as palavras.

 

Resta apenas dizer: amo vocês!

 

Homenagem aos ausentes

Desde pequenos,

Possuímos a visão de alguém daltônico em relação ao mundo.

Não por ver as coisas de cores, ou maneira errada.

Mas por ainda termos a ingenuidade de uma criança.

Não sabendo distinguir o certo do errado, tudo é lindo.

Pois não há maldade.

A cada nova experiência, pessoas, objetos…. estranhamos.

Temos medo.Estranhamos por ser algo que nunca havíamos nos deparado antes.

À medida que vamos crescendo, a sociedade impõe que os homens, devem ser fortes.

E por mais que sintam medo, não devem demonstrar.

Enquanto as mulheres, podem expor suas emoções e fraquezas.

Com o tempo, as emoções que buscamos são outras.

Buscamos aquelas que nos passam a sensação de liberdade, a sensação de aventura.

E nesse jogo, ao invés de ficarmos receosos com aquilo que é novo, não.

Buscamos cada vez mais e mais por coisas novas. Por que nada mais no satisfaz.

Acabamos sem nos dar conta, abrindo mão das coisas simples.

Aquelas que uma vez davam sentido à nossa vida.

E que hoje, muitas vezes permanece apenas na lembrança.

Mas nem tudo está perdido.

Porque toda novidade, um dia se torna velha.

E por um breve momento você se sente em um estado nostálgico.

Como se estivesse adormecido, e quando acordou, tudo estava diferente.

Inclusive os seus objetivos e sua visão do mundo.

Então você começa a se dar conta por tudo que passou.

De todas as experiências. De todas as pessoas que já passaram por sua vida.

E de algumas coisas sente saudade. De outras se arrepende.

Entretanto, percebe que nunca é tarde pra recomeçar.

E o daltonismo começa a desaparecer.

Pois você já está maduro o suficiente pra começar a ver um mundo colorido.

E está preparado pra perceber que até mesmo aquilo que há de bom e belo, é efêmero.

E quando você fica preparado pra saber o real valor que deveria ter dedicado às pessoas

Que sempre estiveram ao seu lado, às vezes é tarde.

Ou por mais que tenha dedicado seu tempo a elas, precisa ser forte e se acostumar com a idéia de que não estão mais com você. E isso nos entristece, isso nos dá medo. Porque assim como quando éramos crianças, esta é uma situação nova.

E sejam as mulheres, com sua fragilidade, ou os homens, com sua força, há dores que nos parecem insuportáveis. Que é a dor da perda.

Hoje, as lágrimas parecem não ser suficientes pra demonstrar a falta que eles fazem.

Por isso, neste dia temos a oportunidade de expor nossa gratidão e admiração aos que se foram.

Mas hoje, não iremos chorar pela tristeza de que essa pessoa não está em carne e osso ao nosso lado. Pois sabemos que estes eram sábios e se aqui estivessem, certamente nos diriam que a dor é inevitável, mas o sofrimento, é opcional.

Choremos então de emoção, por saber que onde quer que vocês estejam, que estejam nos ouvindo, para poder assim, celebrar esse momento com nós.

 

Uma homenagem em memória a todos os entes queridos.

 

 

São Paulo – Alta-definição e interatividade transformarão a experiência de produzir e assistir anúncios na TV. A chegada da transmissão digital aos lares brasileiros, marcada para 2 de dezembro, promete muitas mudanças na forma como vamos nos relacionar com a TV no futuro. Mas não é só o telespectador que deve sofrer os efeitos desta transformação: a publicidade terá que se reinventar, indo muito além do comercial de 30 segundos para aproveitar todos os recursos e superar os desafios deste novo canal de diálogo com o consumidor. Junto com a programação, as emissoras poderão enviar ao telespectador dados e aplicativos, o que significa que uma propaganda poderá, por exemplo, trazer informações adicionais sobre o produto anunciado ou sobre o anunciante, telefone de contato, endereço das lojas, entre outros dados relevantes para o potencial consumidor. Mas este é apenas um exemplo simples do que a tecnologia pode oferecer. Com a interatividade, proporcionada por um canal de retorno – que possibilita a comunicação entre o telespectador e a emissora -, é possível ir muito além, concretizando a própria venda pelo controle remoto da TV. E isso não se restringe aos limites da tradicional “hora do intervalo comercial”. As ações de merchandising, que antes consistiam em tentar encaixar um produto dentro do contexto de um capítulo de novela ou entre uma e outra atração de um programa de variedades, ganham novos contornos com a TV digital. Se o usuário gostar da roupa que uma atriz está usando na novela, será possível, pelo menos tecnologicamente, comprar essa roupa em um clique. “Um ícone pode aparecer no canto da tela, indicando que a aquele produto está à venda. Quem quiser saber mais clica, quem não quiser continua assistindo a novela sem interrupções”, exemplifica Rodrigo Araújo, direto da EITV, desenvolvedora de software para TV digital. “A tendência é que a publicidade esteja cada vez mais dentro do próprio conteúdo”, define Cyd Alvarez, presidente da Associação Brasileira de Propaganda (ABP). Para as agências, isso significa estar mais perto do consumidor. Para as emissoras, novas possibilidades de faturamento. Para o telespectador, novos canais de acesso a produtos e serviços. Mas se o futuro parece reservar oportunidades para todos, o presente ainda traz muitas perguntas sem resposta. A começar pela questão da interatividade, que não estréia junto com a inauguração da TV digital, no dia 2 de dezembro. Os primeiros aparelhos, que devem chegar à loja pouco antes da estréia do sinal, não trazem o software que permitirá rodar aplicativos e explorar as possibilidades de interatividade. Esse software, chamado Ginga, é como o sistema operacional de um computador – sem ele, não tem como rodar outras aplicações, como um processador de textos ou navegador de internet. As especificações do Ginga foram feitas no Brasil, por um grupo de pesquisadores locais, e, na prática esse software, mais conhecido como middleware, ainda está sendo testado. Os primeiros aparelhos com o Ginga embutido devem chegar apenas em meados de 2008, segundo projeções do Instituto Genius, uma das entidades que participa das chamadas implementações de referência. Segundo Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), esse prazo pode se estender ainda mais, para o final de 2008. Mesmo com a questão da plataforma de software resolvida, outros desafios se impõem aos anunciantes interessados em avançar no terreno da interatividade. Um deles é o canal de retorno. Para poder interagir em tempo real com a emissora – para fazer comprar pela TV, por exemplo, é preciso ter uma forma de enviar informações de volta à emissora. Esse canal de retorno pode ser a internet, se o usuário tiver banda larga, ou uma linha telefônica (sistema usado pelas TVs pagas para que o usuário compre conteúdos por pay per view, por exemplo). No caso das TVs por assinatura, quem paga a conta desse canal de retorno é o provedor de conteúdo, mas para a TV aberta ainda não há modelo definido. Outra questão é como as emissoras, que até hoje basicamente enviavam informação, vão dar conta desses dados que voltam. “Imagine se dois milhões de consumidores resolverem comprar um produto ao mesmo tempo. Será que as emissoras têm estrutura para isso?”, questiona Alvarez, da ABP. Novos formatos de publicidade também devem surgir de carona nas aplicações. As emissoras poderão, por exemplo, vender espaços publicitários dentro da janela que exibe os resultados dos jogos durante uma mesa redonda ou as receitas, em um programa de culinária. “Se um usuário clicar entrar em um anúncio e comprar algo pela TV, quem vai cobrar? A emissora vende um espaço publicitário ou vai ficar com parte do lucro com a venda do produto? Os departamentos comerciais podem até estar vislumbrando essas possibilidades, mas nada está definido”, opina Mário Fried, gerente de projetos de TV Digital do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, o C.E.S.A.R. De cara, os anunciantes que quiserem tirar algum proveito da TV digital, terão que se preparar para produzir anúncios em dois formatos: o tradicional (4:3) e o widescreen (16:9), que se assemelha à tela de cinema. Do contrário, quem assistir o anúncio feito para TV convencional em TVs widescreen, verá tarjas pretas nas laterais e quem assistir anúncios feitos para TV digital em TV convencional, verá a propaganda com tarjas pretas em cima e em baixo, para completar o tamanho da tela. Produzir comerciais em alta-definição também é uma possibilidade, mas envolve custos. “As produtoras e agências terão que investir em equipamentos”, aponta Alvarez, da ABP. A veiculação de anúncios em alta-definição e com conteúdos interativos também deverá ter preços diferenciados, segundo José Marcelo Amaral, vice-coordenador da área de mercado do Fórum SBTVD e diretor de tecnologia da Record. “Para enviar dados ou utilizar alta-definição, o anunciante vai usar uma parte maior do meu canal, portanto a cobrança poderá ser feita pelo uso do espectro”, exemplifica o executivo. “O tempo de exibição do anúncio também terá que ser maior, afinal a interatividade terá que acontecer enquanto ele estiver no ar”, acrescenta Amaral. Apesar de todas as dúvidas, uma certeza prevalece entre os especialistas do mercado: a TV digital mudará radicalmente os paradigmas da publicidade. O comercial de 30 segundos, que reina absoluto como formato padrão de publicidade na TV, pode não morrer, mas perderá força, especialmente com a chegada de aparelhos que trazem gravadores integrados e permitirão ao consumidor simplesmente “pular” os intervalos. Se reinventar, será questão de sobrevivência para emissoras e anunciantes.

(http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/11/24/idgnoticia.2007-11-24.5876066434) Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now! Publicada em 25 de novembro de 2007 às 08h00 Atualizada em 26 de novembro de 2007 às 10h31

Aniversário, casamento, páscoa, natal, ano-novo… toda festividade é aquele mesmo blábláblá…. “desejo muita paz, saúde, dinheiro…” ou então “desejo muita saúde, dinheiro, paz” e por aí vai… mas como a ordem dos fatores não altera o resultado já dizia a sábia matemática, é tudo a mesmaaaa coisa!!!

Pelo menos agora surgiu um jeito inovador de desejar as felicitações de Natal:

Oferecidas por 3 dóceis anjinhos, ou talvez nem todos tão dóceis assim, mas lindos com toda a certeza, ou no mínimo engraçados, você tem opções de textos para mandar e o melhor de tudo? sim! com interatividade, afinal, eles cantam a música pra você! Basta escolher o anjo, formar a letra e preencher seu nome, e-mail, a quem deseja enviar e beijos e abraços… a não ser que tenha mais a dizer…. aí pode ficar à vontade porque lá também tem espaço caso você queira escrever.

Sem mais demoras, para quem quer ver a novidade basta acessar:

http://www.natalpan.com.br

Abro este espaço para um convite super especial e dedicado aos que gostam de poesia & música brasileira: 

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em Chapecó – SC.

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